sexta-feira, 14 de setembro de 2007

do vento e do absurdo.

eu vejo um desfile de absurdos no temporal. eu vejo o lado negro da lua em sicronia com o árco-íris. a cor que vem com a caixa registradora. dolorido-colorido. tudo me emociona. o banal me arrepia. os absurdos no temporal também. uma vontade constante de chorar que me acompanha. mas isso não é, de todo, ruim. ainda não desapareci no temporal e nos moinhos de vento. ainda existo.

ouvindo: construção - chico buarque.

Um comentário:

Anônimo disse...

ainda existo. ate quando irei ver os absurdos no temporal? sera o comum a razao dessa constante vontade de chorar? ou a falta dele? sim, ainda nao desapareci no temporal e nos moinhos dos ventos. mas meus pes nao estao mais no chao. onde estao as minhas maos? serei eu o proprio vento? nao sei. ainda posso ser sentimental. ainda existo. :D