quando dei por mim, eu já não era o que podia. nem prometia.
culpei as pedras. mas, oras, pedras todo mundo tem.
a minha desculpa era que meu mapa do tesouro continuava no meu bolso. que podia eu fazer se o sal o matava? causa minha, não.
mas será?
ali diferenciou-se. a noite construiu costume do que era incômodo. um tijolinho de tristeza.
culpei pedras. culpei sal. culpei o resto.
me escuso se o táxi faz a cidade passar tão rápido.
quisera eu poder absorver dali tudo o que me é mais vital.
que presente seria.
às vezes sangro o que me falta.
Nenhum comentário:
Postar um comentário